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CAPITULO IX
"Qual é o limite do ser humano e da sua mente?" Mais fácil seria ( senão mais justo?...) se, ao nascer para esta vida, todos tivéssemos acesso directo ao conjunto de regras que balizam a nossa existência. Mas a verdade não é bem esta!
O bem e o mal fazem parte dos próprios genes do ser humano e desenvolvem-se alheios àquelas regras que, como Criador, Deus "deveria implantar" no recém-nascido. Diz Eclesiastes, no Velho Testamento: "Que todo o homem coma e beba, e goze do bem de todo o seu trabalho; isto é
um Dom de Deus. Vai, pois, come com alegria o teu pão e bebe com bom coração o teu vinho, pois já Deus se agrada das tuas obras." Que obras deve o homem produzir para agradar a Deus? Que felicidade quer Deus que o homem alcance nesta terra, que seja compatível com os limites da Sua
benevolência e do Seu amor? Dispondo de tão curta percentagem na utilização do seu cérebro, o homem tem tido, ao longo dos tempos, extrema dificuldade para entender as coisas divinas.
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