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confrangedor. Preciso parar, acalmar, suster o sistema e clamar "ajuda".
    A correria do dia-a-dia, o enervamento das situações, o sofrimento das coisas - tudo o que faz ferver o cérebro - aproxima o descontrolo e a insegurança. A vida é uma coisa pequenina na palma da mão. Uma coisa de grandes feitos, estranhamente moldados na textura duma juventude despreocupada e ajustados em dias amadurecidos pela força que já vai faltando.
    Vivo a escolha desencontrada, preferida algures, por sobre a cama dum hospital. Vivo o peso duma "descoberta" que "prometi" compôr por palavras. Vivo o terror do que "sei", calcado na alvura do que está para além do conhecimento.
   

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