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   Puro engano!
   Inesperada e brutalmente, outra imagem ( sempre imagens que tinham o condão de significar qualquer coisa ) apoderava-se-me da mente, colocando-me novamente num ponto de partida completamente novo, sem a lembrança da anterior, sem o tal resultado avaliativo retido na memória - o que provocava um outro confronto imprevisível, uma outra prova a vencer, uma outra necessidade absoluta de a ultrapassar.

   Frases e mais frases, factos e mais factos.
  Esta outra pausa obriga a lembrar quão parco em ideias, adjectivos e conceitos eu sou possuidor, para levar à escrita matéria desta natureza...
   Mas reflectindo um pouco, muita lógica se encontra em certas circunstâncias. Não tenho dúvidas, por exemplo, em "compreender" que cada imagem era portadora simbólica duma determinação, "insuflada" no meu cérebro. E é também, claro que, da minha parte, nenhuma me mereceu aprovação. Quero dizer que "eu não quiz" nenhuma daquelas imposições, e tive que lutar para o conseguir.
   Facto curioso eram as circunstâncias repetitivas que se criavam com a continuidade confrangedora daquelas "provas". Sempre que qualquer uma era ultrapassada, o raciocínio funcionava imediatamente, fazendo um ponto da situação e, concretamente, sempre concluindo que "aquela" ( tão dolorosa e difícil ), tinha sido afinal prova fácil e, portanto, não iria ser possível acontecer mais nenhuma...

   

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